Ilê Ominú Asé Omitogum
O Ilé Ominibú, registrado como Ilè Iyá Ominibú Asé Omitogum – Centro Religioso e Cultural Axé das Águas, conhecido como Casa de Maria, foi fundado em 3 de novembro de 2014 pela sacerdotisa Iyálòrìsá Janaina T’Osúm. Ao navegar por este site, você encontrará informações sobre nossa história, nossas lideranças, os Orixás que cultuamos, nossas festividades religiosas, ações culturais e sociais, além de conteúdos educativos sobre o Candomblé e a Umbanda.
Conheça a história de Mãe Janaina, nascida em 1973 em Volta Redonda/RJ, em uma família com raízes umbandistas. Sua missão espiritual teve início com Tia Amelinha, na década de 1960, e seguiu com Tia Nevinha, que assumiu a direção do Centro Espírita A Nossa Casa.
HISTÓRICO
Missão
Promover a conexão espiritual, o acolhimento e o fortalecimento da ancestralidade por meio dos saberes e práticas da Umbanda e do Candomblé, valorizando o respeito aos Orixás, à natureza e às tradições das religiões de matriz africana brasileira;
Defender os direitos humanos, a valorização e a inclusão plena da população negra, indígena, LGBTQIAPN+ e de todas as pessoas que buscam na espiritualidade uma ferramenta de liberdade e fortalecimento coletivo;
Atuar com responsabilidade no diálogo inter-religioso, fortalecendo a fé, o cuidado com o outro e a luta contra o racismo e a intolerância religiosa.
Visão
Fortalecer o terreiro como um território cultural e socioeducativo, atuando de forma efetiva na construção de políticas públicas que reconheçam e respeitem a dignidade dos saberes ancestrais.
Valores
-Reparar danos históricos por meio de ações afirmativas.
-Reconhecer as religiões de matriz africana como patrimônio cultural imaterial.
-Garantir voz e presença dos povos de axé nos espaços de decisão política.
-Defender leis de proteção contra crimes de ódio e intolerância religiosa.
-Oferecer apoio jurídico e psicológico às vítimas de ataques a terreiros e praticantes.
-Estimular ações de conscientização nas escolas, mídias e órgãos públicos.
-Promover eventos culturais e artísticos, reconhecendo o axé como expressão legítima de cultura.
-Reconhecer os terreiros como territórios tradicionais que devem ser protegidos e valorizados.
-Apoiar o registro, preservação e difusão dos saberes ancestrais (oralidade, canto, dança, ervas, culinária sagrada etc.).
-Atuar com responsabilidade ecológica, respeitando a natureza como sagrada e essencial ao culto dos Orixás.
-Preservar, ensinar e transmitir os saberes do axé para crianças e adolescentes, para que as futuras gerações cresçam com consciência social e orgulho de sua ancestralidade e força espiritual.
Vivências em Imagens
Registros de fé, tradição, cultura e axé que contam nossa história em cada detalhe.